Aos versos que me enlouquecem, o ar que eu respiro.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Mãos ensanguentadas
Escrevo com a mão direita
Com a outra cravo uma lâmina afiada
no meu pobre coração
Quanto mais fundo ela penetra
mais intensamente meus versos jorram Sinto-os quentes e borbulhantes
Sem rimas, brutos e inacabados É por isso que escrevo
com as duas mãos
e de olhos fechados
Vendo apenas
a imensidão dos meus sonhos
Corroídos e malfadados...
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